sexta-feira, 31 de julho de 2015

Cinema


Hoje vou finalmente ao cinema ver o filme Paper Towns. Desde que li o livro (resumo aqui) que fiquei fascinada com a história e assim que soube que ia ser adaptado para cinema...
Bem, mas nem sabem o trabalho que me deu arranjar alguém para ir. Primeiro pedi ao Diogo, mas ele não conhecia a história apesar de ter aceitado. Só que entretanto umas raparigas da minha turma que leram o livro ao mesmo tempo que eu propuseram irmos todas juntas. Ok, fixe. Então falei com o Diogo, desmarquei, e prometi que depois havíamos de ir ver outro filme noutra altura. Entretanto, elas nunca mais combinavam nada, e queriam era ir à sessão da noite, e estão à espera que uma acabe de ler o livro, que começou a ler só no início da semana... e tal. E então, como comecei a ver que as coisas talvez não rolassem, decidi combinar com uma ex-BFF com quem me dou bem.
E assim, esta tarde, vou ver o Paper Towns, e comer um gelado!
Margarida
PS. Os homens da Delta ainda não apareceram...

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Há gente com muita lata


A propósito do último post. A minha mãe ligou para lá a pedir justificações por não aparecer ninguém: Não estava ninguém em casa. E a sorte deles foi que estavam a falar com a minha mãe, porque a mim tinha-me logo saltado a tampa. Quer dizer, uma pessoa em casa à espera e esta gente diz que tocou e não estava ninguém?!?
Mas eu sei o que deve ter acontecido. Já aconteceu o mesmo com os CTT uma vez. A campainha do prédio não é como as demais, a campainha é acionada no mesmo painel onde se marca o código. Ou seja, por vezes estas empresas não entendem como se toca à porta (apesar de lá estar um papel a explicar, e com o "código" para cada apartamento discriminado), e como não têm tempo a perder, dizem que não estava ninguém em casa e a culpa passa a ser do cliente...
Lá eles "tentaram" entregar a máquina até às 17h00 mas não conseguiram, então lá a Margarida amanhã de manhã fica outra vez presa em casa à espera que os senhores consigam aparecer, porque eu nem tenho mais nada que fazer...
Margarida

Irritações


Sabem, cá em casa há já uns anos que temos máquina de café Delta. E os meus pais já não vivem sem o seu cafesinho da máquina cá de casa. Entretanto em Maio tiveram de substituir a máquina porque a outra já estava velhinha e estava a precisar da reforma. E então lá veio a máquina nova. Acontece que a dita cuja veio com defeito, então hoje, supostamente, vinham cá trocar a máquina por uma igual, sem defeito.
Então esta manhã recebi um sms a dizer que haviam de vir entre as 11h30 e as 14h00. Já são quase 15h00 e ainda não apareceu ninguém, e eu estou-me quase a passar porque eu era para ir à praia e já não fui porque certa e determinada empresa não cumpre com aquilo que diz... e dentro de pouco tempo vou-me passar e ligar-lhes, porque uma pessoa tem vida!
Margarida

Panquecas


Hoje decidi levantar-me cedo e fazer panquecas para mim e para a minha irmã. Acabei por convidar uma amiga e ela também cá veio comer as panquecas com sumo de pêssego. Estava delicioso, e fiz tantas panquecas que agora a seguir ao almoço vou distribuir aos amigos... enfim, que venham mais dias como este... mas claro está que não podia correr tudo bem, ao virar uma panqueca no ar (como faço sempre) deixei-a cair no chão e queimei-me...
E vocês, quem gosta de panquecas?
Margarida

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Sentimentos no Papel | Sonhos


E esta paixão não adormece, não foge. Ai... tanto que eu queria que ela morresse, mas ela não morre e vai-se alimentando de mim. Consome-me, desgasta-me, cansa-me! E à noite já cansada, já com as lágrimas nos olhos pelo sentimento que tenho e te nego, deito-me. Deito-me e adormeço na esperança de descansar e recarregar forças para o dia seguinte, mas nem aí abandonas o meu pensamento. À noite sonho contigo. Sonho com uma intensidade que nunca antes sonhei. E sonho que as coisas são simples. Sonho que admito aquilo que sinto. Sonho que descomplico as coisas e aceito a "realidade". Sonho que deixas de fazer perguntas. Sonho que te abraço. Sonho que me beijas. Sonho... E depois acordo, com a sensação de que foi um pesadelo e choro. Choro. Choro porque nunca me senti assim. Choro porque não queria este sentimento no meu peito. Choro porque sei que se eu quisesse, tu querias também. Choro porque sei que se eu quisesse era feliz. Choro porque sei... choro porque sinto... choro porque não quero... choro. Desculpa...
Margarida